quinta-feira, 26 de maio de 2016

Por Antônia Pellegrino


Formatura da Quinta Turma de Iridologia


A divulgação é pouca, por uma razão grande: Eu quero que chegue até mim, gente das boas! Aquela gente que quando batemos o olhar temos a mais absoluta certeza que Deus "sentou" para fazer e fez com tal capricho, que quando cruzam o nosso caminho, a alma entende que despertarão o melhor em nós e em troca faremos o melhor também por eles.
Eu tenho orgulho e vaidade imensa de chamá-los de meus filhos-alunos!
Cada um deles com suas particularidades tão especiais e ao mesmo tempotão parecidos, faz com que meu coração encha de afeto em cada encontro e aumente meu desejo de cuidar e amar como toda boa mãe!
Esse foi mais um dia para celebrar: A formatura de minha quinta turma!
(Amanhã coloco todas as fotos!)
Gratidão a Deus, por estar sempre rodeada por suas melhores almas e formar humanos muito humanos e perceber que minha oração "que eu seja instrumento de tua paz" foi escutada.
Paz e Luz, queridos amigos!
Na foto: Um lanchinho para eles! 
(Para ver as fotos em tamanho maior é só clicar nelas)


Para os que despertam o melhor de mim, comemoração do ensinar e do aprender da Ciência mais bonita:Estudo da Íris!



















Chegada a época de Chai


E o perfumeee que inebria todos os sentidos!!! Culinária indiana! 




Chai para essa noite fria!
Há várias receitas! Uma bem simples que usei agora é essa: 1/2 xícara de água com 1/2 leite, açúcar à gosto, chá preto de boa procedência, um cardamomo, pimenta preta moída na hora, um pau de canela, três fatias finas de gengibre fresco.





Vício! 
Boa noite!

Jung e a Iridologia

Levando uma surra mental de Carl Jung. Bem que ele poderia ser mais sucinto tanto quanto Stanislav Grof.
Estudando para dar aula sábado!
Ó messa! 
‪#‎psicologiaaplicadaaIridologia‬

Passado um tempo...amando...

"O diagnóstico através das íris permite ter em mãos a chave silenciosa do organismo, dando ao examinado a condição de reverter e se preparar mentalmente e organicamente para seus dias futuros."
Entro em êxtase quando estou com material novinho recém descoberto!
Antes que perguntem: Iridologia é a ciência da leitura da condição do tecido por meio da íris do olho. A íris é uma extensão do cérebro conectada a todos os órgãos e tecidos do corpo. Via tálamo óptico e sistema nervoso, a íris se torna uma espécie de tela de televisão em miniatura que revela a condição das áreas mais remotas do organismo.
‪#‎PsicologiaaplicadaaIridologia‬
‪#‎Psicologiatranspessoal‬
Carl Jung in love!
Muito amor por nossos olhos! 

Créditos foto: Instituto Havid

Beatriz


"Se há uma coisa que fascina qualquer criança, principalmente as que vivem no interior, é procissão. Quando os santos são cultuados com devoção e os rituais obedecidos e praticados com total fé religiosa. Como toda criança, meu sonho era sair vestida de anjinho na procissão de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. No Engenho da Cruz, onde vivemos um bom tempo, meu pai, que era devoto da Santa, preparava com todo o esmero a decoração do andor e as asas dos anjos. Durante mesesjuntávamos penas de patos, de pombo, de ganso e colocávamos tudo num saco enorme, em meados de novembro, começava a colagem na cartolina branca . Doze crianças escolhidas vestiam os camisolões de cetim lumière azuis e brancas e eu ajudava papai em tudo.
Quando a inspetora visitava a escola, eu sempre era a escolhida. Sambava, cantava e declamava. Era escolhida porque me tinham como a mais inteligente. Mas na hora da seleção das crianças para a procissão só íam as mais clarinhas.
Houve um ano que resolvi questionar aquilo. Eu já estava entendendo mais as coisas e certas atitudes me deixavam desconfortável.
- Professora, e a minha roupa?, perguntei em tom de reclamação.
- Beata, você não pode se vestir de anjo. Nem você, nem esses aí (só sobraram além de mim, mais um menino e uma menina preta). Você não pode ser uma filha de Maria.
- Por quê? Eu não sou filha de Papai do Céu?
- Não. Os filhos de Deus não são pretos, e você é preta!
E encerrou o assunto. Eu comecei a chorar. Foi o choro mais profundo que eu jamais tive."
Uma dor imensa ao ler isso. Ao ler ontem para o marido chorei novamente e dói hoje ao escrever. Entre tantas passagens emocionantes e tristes desse livro que me foi presenteada por um amigo que me é muito caro, revivi a dor de uma mulher que representa tantas outras mulheres, que sofrem ainda hoje o que ela sofreu quando ainda era uma menina.
Esse trecho do livro de Haroldo Costa representa não apenas Beatriz (a mãe Beata), mas cada menina e menino negros, cada menina e menino pobres, cada morador de comunidade, cada homossexual, cada religioso, cada artista (hoje chamados de vagabundos por deputado que não falo o nome), por todos os excluídos desse país. Quem nunca? Quem nunca foi-lhe tirado o prazer nessa vida...
Em tempo, em justa homenagem na Alemanha, ao saberem dessa história, mãe Beata de Yemonjá, da cidade de Cachoeira da Bahia, dona de tantos títulos, reconhecida internacionalmente ganhou asas imensas e luxuosa de seus anfitriões.
Paz e Bem!

Gostosuras da vida!


Das coisas que jamais faltam nessa casa: Café e Dulce de leche!
E com a repetitiva desculpa de: Dia cinzento, sem graça...eu trabalharei mais feliz quando eu comer essa única (!) colherzinha com um quentinho cafezinho. 
E assim a Glória se fez!
Salve o inventor de todas as coisas (essas coisas).
Boa Tarde. Passar bem!

Tudo para Sossó!

Com todo afeto que ela merece, a transformação do meu escritório em minha casa, num quarto só para ela! 
Porque um hóspede aqui é rei ou rainha.
Mas sobretudo porque ela merece o melhor que eu possa oferecer-lhe!
Seja bem vinda, minha madrinha!
Receber com amor! 



 Baby Chandon Brut Rosé e cerveja

 Água com Florais



Cartinha e foto do meu batizado, no momento exato que recebia a sua bênção 



 O Brownie mais famoso do Rio!

 Abajur, livrinho do tipo Minutos de Sabedoria e porta miudezas de sisal

 Presente para ela: Toalhas bordadas por minha mãe e 
Kit Granado com shampoo, condicionador, sabonete líquido e hidratante

Porta jóias com remédios, lixa, lenço, curativos

Cheirinho de lavanda no ar

Revista, livros, kit Rio, lanterna para eventualidade

Melhor compra: A máquina de cupcake!

A melhor invenção de máquina para uma tarde preguiçosa, sem nenhuma vontade de lavar muita louça. Bolo feito no mix e depois na máquina de cupcake.
1 ovo, 1 /4 de xícara de óleo de coco ou azeite de oliva, 1/4 xícara de açúcar demerara, uma banana nanica, 3/4 xícara de aveia, meia colher de sopa de fermento. Bater. Vai na massa castanha e amêndoas picadas e meia banana nanica bem cortadinha (nessa, mas vocês podem pôr o que bem quiserem). Colocar na máquina e Voilà!
Café quentinho e a vida fica gostosamente confortável!


Os jóias!


E quem há de imaginar que debaixo de toda capa de sou forte e não mexe comigo, há o ser mais sensível de todos os tipos iridológicos?

Mas compreenda. Este é por demais de melindrado. Para conviver com esse tipo, terá de aprender a pisar em ovos. Eles são sensíveis mesmo e muito arredios e desconfiados. Já foram machucados demais. Suas jóias provam suas histórias e também suas dores.

No mesmo processo gradual de deposição em que um diamante é formado até chegar sua forma dura e difícil de quebrar, assim também foram formados os pontos que vão do marrom claro ao negro, do minúsculo ponto a maior mancha na íris.

Tirar essa marca? Vamos dizer que conseguimos suavizá-las e trazer ao jóia a leveza de quem aprendeu a criar defesas de todas formas e a racionalizar a vida.

Dói-se muito com a dor dele mesmo, mas não faz drama, aliás, detesta os dramáticos, mas costuma apaixonar-se justo por eles. Vive o amor querendo provas concretas sinceras e sim, materiais e caras (diamantes como eles!). São geniais por natureza, normalmente voltam-se muito para as ciências exatas. São práticos na vida, questionadores, sarcásticos, obcecados por leitura.

Se quiser fazê-los crêr que seu projeto está certo, prove sua teoria e também na prática, pois não se convencem fácil.

Se não fossem os jóias, a vida não andava, não mesmo...

(É Iridologista, Coordenadora e Professora do Curso de Iridologia do Equilíbrio da Essência do Rio de Janeiro, Practitioner e Terapeuta Floral de Bach, Reikiana)
CBO 3221- 25/ Registro 3.054
E- mail: ana.alslima@gmail.com
Tels: (21) 3049- 7445 ou 98023-9406

Adquirir o perdão também depende da forma que pede-se desculpas


Em um mundo onde todos querem ter razão perdeu-se a capacidade de dizer: Lamento pelo que aconteceu e espero que um dia, você me desculpe.

Ao lamentar-se pelo próprio erro ou de outrem, criamos o meio em que antes de tudo afirmo: Não gostaria que tivesse ocorrido, sinto por ter-lhe causado dor, compartilho de sua dor.

Ao dizer ao outro que compartilha de sua dor, cria-se a simpatia de que entende o que o outro está sentindo.

Desculpar só depende do tempo de quem sofreu a pena ("Quem bate esquece, quem apanha..."). Dizer apenas: "Você me desculpa?" , ué, mas já? Há de se dar tempo para o outro digerir a situação sofrida. Portanto, muito mais respeitoso "espero que um dia". Um dia pode tornar-se segundos depois ou meses ou anos. O fato é que quem decide é quem "apanhou" meus amigos. A dor maior é de quem foi ferido.

Mas andam lá as pessoas tão cheias de orgulho, que ao verem a ferida que causou no outro chegam cheios de defesas e advogam a favor de si mesmos enviando textos sobre perdão e amor e coisas bonitas para provarem que são bons, justos e honestos (e capazes de ferir e vaidosos demais para assumirem seus erros) criando em que foi ferido vergonha inadequada e culpa.

Pensam que são honestos porque pagam suas contas físicas em dia e esquecem de assumir as responsabilidades da conta moral de assumir vossas fraquezas e erros. 

Por um mundo onde exista mais falas: " Mas que bosta hem, que eu e os outros fizemos com você. Fomos bem injustos. Estou tão envergonhada, que ainda estou me perdoando com esta falha, espero que me perdoe antes de mim mesma. Se houver alguma forma que eu possa me reparar..." ou pura e simplesmente: Envie flores, faça um almoço, escreva um cartão, mas não deixe passar. Paguemos as nossas dívidas...

Somente lembre: Não cura dor de ninguém textos prontos dando lição de moral a quem foi-lhe vítima. Nada pior que ser ainda mais desonesto (a), que distorcer os fatos e inverter os lados. 

E mais importante: Ninguém é obrigado a aceitar as desculpas.

Paz e Luz!