segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A missão do meu fraterno mais novo

Não conhecia Nazareno, o doutrinador dessa palestra que lhes mostro. Escutava-o enquanto fazia a oleação do corpo (como ensinei aqui).
Palestra muito bonitinha onde ele fala sobre os seres elementais (toca inclusive no preconceito que as pessoas tem quando se fala em duendes e fadas e salamandras...) e mais bonito ainda quando no início do vídeo ele elogia o trabalho dos pastores dentro das igrejas evangélicas.
Lembrei do meu irmão Diogo, pastor há muitos anos. Pessoa muito séria e meu orgulho em relação a ele é que modifica a vida de muitas, muitas pessoas, um número imenso delas. Um trabalho desafiador porque Diogo orienta espíritos difíceis, pessoas com envolvimentos com drogas, pessoas marginalizadas em nossa sociedade. Ele apenas não se envolve com quem precisa de ajuda, mas com a família inteira. (O que na psicologia moderna chamamos de tratamento ou psicologia transpessoal).
Ele escreve livros, escreve textos, dirige uma igreja, toca e canta, faz show, é um marido super participativo nas tarefas domésticas, tem grande adoração por sua esposa, é o pai mais presente na vida de uma filha que eu conheço (sem exageros. Qual pai que brinca de Barbie com a filha, monta casinha e acampa, enchendo a vida da pequena de aventuras e alegrias?).
Meu irmão, tantas vezes criticado em nossa própria família és mesmo um guerreiro.
Criticam-o por depois de tantos anos em trabalho evangélico, não ter enriquecido. "Um pastorzinho", dizem as línguas mais ferinas. "Tantos anos e não tem grande coisa".
Dou risada. Ele não está lá para enriquecer. Está lá para fazer o bem, para transformar vidas e modificou mais vidas que qualquer um desses que falam, ousaram fazer.
Outras tantas, repreendem dizendo que pastor não deveria receber salário. Ah tá, então padres também não, não é?
Se ele dedica-se todo o tempo no serviço, pois é justa a troca dos seus serviços (um serviço inclusive que nem tem preço, ninguém pode pagá-lo. Só Deus).
Criticam os seus defeitos. "Não é pastor?".
Também dou risada, pois não sabia mesmo que ao tornar-se um líder religioso, santificado a pessoa se torna! Ora pois! Ele é humano! Que mesmo com suas limitações e defeitos ajuda pessoas com as mesmas ou ainda maiores limitações que a dele.
Também tem suas dores nessa vida. Também tem todo tipo de sentimento que qualquer um de nós desse planeta.
O mundo precisa de pessoas que saiam do seu pequeno mundo de família, trabalho, escola, curso, bar e olhar para o estranho com o mesmo amor que sente por um familiar, amigo, um objeto, o carro e estender-lhe a mão.
Meu irmão lembra a todos que o segundo mandamento da Lei de Deus é amar o próximo como a ti mesmo e nunca foi amar a si mesmo.
Que Deus te abençoe em sua jornada, meu irmão. Que nada seja empecilho na sua vida e nesse trabalho de pura luz.
A palestra que falei:

Palestra "A Tempestade Acalmada: O Poder da Fé, Oração e do Pensamento Positivo" por Nazareno…
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