"Ana, a não mais virgem dos lábios de mel (eu gosto dessa parte), que tem os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais curtos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado (que coisa mais linda esse Alencar). Mais lenta que a ema selvagem, a morena corria preguiçosa o sertão e as matas de Pojuca e Brumado, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação Lobense. O pé grácil e nu e mais caloso que gostaria, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas..."(eu por eu mesma, sonhando em ser musa de José de Alencar)

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